Transformar a minha Escola numa Eco-Escola

By | Seminário 2018 | Apresentações

Por Paulo Cardoso

Uma Eco-Escola deve apostar na inovação e sensibilização, dentro de sala de aula e fora de sala de aula envolvendo toda a comunidade escolar e local. Este Programa deve envolver toda a comunidade nas suas atividades, fomentar parcerias para facilitar a comunicação e execução de ações e conseguir sensibilizar da melhor forma. Uma Eco-Escola que se inscreve pelo primeiro ano deve transmitir à comunidade do que se trata o Programa, compreender os problemas em que deve intervir e elaborar um forte Plano de Ação promovendo a participação de todos. Tudo isto através de cartazes, ações de sensibilização como palestras e debates, intervenções em sala de aula e trabalho no terreno.

 

Paulo Cardoso

By | Seminário 2018 | Biografias
 

Paulo Alexandre Dias Cardoso
Tenho 17 anos e vivo em Viseu. Sou estudante em Humanidades pela Escola Secundária Alves Martins desde 2014/2015, estando a completar este ano letivo o 12º ano. Sou o jovem que impulsionou o início do Programa Eco-Escolas na Escola Secundária Alves Martins em 2016. Participo em diversos projetos nacionais e internacionais como o Parlamento dos Jovens, o EuroEscola e mais recentemente no Orçamento Participativo Jovem Portugal 2017. Complemento a minha vida de estudante como Jovem Repórter para o Ambiente, tendo já participado em algumas missões e seminários promovidos pela ABAE; Sou autor de artigos sobre educação ambiental para algumas revistas, jornais escolares e jornais regionais de Viseu.

Instinto Natural

By | Seminário 2018 | Apresentações

Por Rafael Pepê

Este projeto fala-nos sobre as migrações dos grous- comuns (Grous-Grous), outros animais e aves migratórias e de como se orientam na sua viagem até Campo Maior. As migrações são fundamentais para a sobrevivência de muitas espécies que seguem o seu instinto natural. Devido a capacidades únicas e singulares de navegação as aves migratórias em particular conseguem efectuar deslocações incríveis na procura de melhores condições de vida. Hoje, em pleno sec. XXI, o Homem continua a migrar, ele próprio na procura de melhores condições de vida. As aves como o Grou-comum, fazem movimentos pendulares magníficos, superando a cordilheira Alpina em grupos bem coordenados em com esforço de equipa! É um espectáculo único.     

Os grous são aves migratórias que vêm dos países do norte da Europa (Escandinávia, Norte da Alemanha e Finlândia) para Campo Maior passando por vários locais como Galhocanta (Espanha) onde descansam e se separam em grupos mais pequenos. Os grupos mais audazes deslocam-se para oeste, sendo um dos pontos mais a oeste da sua rota, Campo Maior. Procuram o inverno moderado e as nossas bolotas ricas em amido para se alimentarem.

Rafael Pepê

By | Seminário 2018 | Biografias
 

Sou o Rafael Araújo Pepê, tenho 12 anos e sou aluno do 7º ano na Escola Secundária de Campo Maior e do Centro Educativo Alice Nabeiro desde os 3 anos. Fui selecionado em 2016, pela RTP para representar Portugal no programa da Eurovisão “Eu consigo fazer…”, através do desafio empreendedor “Ter ideias para mudar o mundo” e o programa Eco-Escolas desenvolvidos no CEAN. O projeto “Instinto natural”, é uma oportunidade para ajudar a nossa terra a trazer turistas à Aldeia de Ouguela podendo a observação de aves atrair pessoas que gostariam de ver esta espécie dos seus países após a migração de inverno. Realizei ao longo de dois anos caminhadas, percursos interpretativos, observação do Grou na sua invernada, animação para grupos de idosos e ainda apresentações nas nossas escolas desde o pré-escolar ao secundário, para sensibilizar outras pessoas para a importância desta espécie, das migrações e ainda para o seu potencial enquanto evidência das alterações climáticas. No decorrer deste projeto angariei fundos para me auto- financiar e apresentei o projeto a diversos colaboradores de forma a envolver as entidades e apoios fundamentais. Depois dum longo percurso de investigação e empreendedorismo ambiental consegui viajar à Suécia e observar, estudar e divulgar o Grou comum como agente de ligação entre povos e culturas. Sou ainda praticante federado de Judo e fui vencedor do Congresso Nacional Cientistas em Ação em 2017. Desenvolvi ao longo dos últimos anos diversos projetos na área das ciências experimentais e biologia com destaque para a investigação sobre espécies invasoras em Campo Maior, o projeto sobre as forças de newton com recurso a carrinhos de rolamentos e ainda uma investigação sobre pontes de esparguete e as forças de tração e compressão. Gosto de desportos de aventura e caminhar na natureza e na montanha, atividade que realizo desde bebé quando percorria caminhos às costas da minha família.

Grupo Lobo

By | Seminário 2018 | Apresentações

Por Isabel Ambrósio

O Grupo Lobo – Associação para a Conservação do Lobo e do seu Ecossistema é uma organização não-governamental de ambiente, independente e sem fins lucrativos, com estatuto de Utilidade Pública, fundado em 1985. O seu principal objetivo é trabalhar em prol da conservação do lobo e do seu ecossistema em Portugal e fomentar o interesse por este carnívoro e pelas ciências que lhe respeitam através da informação da opinião pública. É também propósito desta Associação desenvolver esforços para estabelecer as condições legais, ecológicas e socioeconómicas indispensáveis a uma conservação efetiva da população lupina nacional. Encontra-se inscrito desde 1993 no Registo Nacional das Organizações Não Governamentais (ONGA) e Equiparadas (Registo n.º 55/N), estabelecido ao abrigo da Lei n.º 35/98, de 18 de Julho.

No âmbito do Programa Signatus, o Grupo Lobo iniciou uma estratégia cujas áreas de atuação visam a informação da opinião pública, o apoio a estudos científicos e a promoção de medidas práticas de conservação que contribuam para a conservação deste predador e do Património Natural Português em geral, como é exemplo o Programa Cão de Gado.

O Grupo Lobo colaborou na elaboração da Lei n.º 90/88 de 13 de agosto, a qual confere total proteção ao lobo-ibérico no nosso país, e na revisão do Decreto-Lei que regulamenta a sua aplicação. Participou ainda nos processos de elaboração e revisão do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal que atribui ao lobo-ibérico o estatuto de EM PERIGO, e na elaboração da proposta do Plano de Ação para a Conservação do Lobo-ibérico (PACLobo), promovido pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Ao longo da sua existência, o trabalho desenvolvido pelo Grupo Lobo tem sido reconhecido através da atribuição de vários prémios e menções honrosas, quer a nível nacional, quer internacional.

Projeto Invasoras

By | Seminário 2018 | Apresentações

Por Jael Palhas

As plantas invasoras são plantas que vieram de outros locais do mundo, adaptaram-se muito bem no nosso território, e hoje em dia reproduzem-se e dispersam pelos seus próprios meios para longe dos locais onde foram introduzidas pelo Homem, causando impactes ambientais e económicos negativos. Todos os cidadãos

A plataforma Invasoras.pt convida todos os cidadãos (Eco-escolas, mas também associações, famílias, cidadãos individuais, etc.) a aceitarem pelo menos um dos quatro desafios sobre plantas invasoras que lançamos:

  • Desafio 1 – Mapeamento;
  • Desafio 2 – Fenologia;
  • Desafio 3 – Detecção precoce;
  • Desafio 4 – Comunicação. Os desafios incluem diferentes formas para cada cidadão se tornar cidadão-cientista e dar um contributo para o estudo e divulgação das plantas invasoras. 

Jael Palhas

By | Seminário 2018 | Biografias

Jael Palhas é mestre em Ecologia Aplicada pela Universidade de Coimbra (UC)
De 2010 a 2014 foi Investigador do CIBIO em projectos relacionados com herpetofauna, zonas húmidas e espécies invasoras.
Desde Junho de 2017 é investigador no Centro de Ecologia Funcional onde desenvolve investigação com plantas invasoras (modelação ecológica de espécies invasoras e do controlo natural).
Em paralelo, dedica-se a Educação ambiental sobre o tema das invasões biológicas e dá apoio em projectos de gestão/controlo de plantas invasoras e conservação de zonas húmidas.

Workshop: A Floresta Portuguesa – Diversidade e Ameaças no Presente e no Futuro

By | Seminário 2018 | Apresentações

Por Albano Figueiredo

Este workshop, além de explorar a diversidade de florestas do território português, aborda a questão dos serviços de ecossistemas associados à floresta, procurando ainda identificar as principais ameaças que se podem identificar atualmente e no futuro. Após uma breve introdução, que pretende esclarecer alguns conceitos relacionados com a floresta, serão apresentados os principais tipos de floresta do território português (continente e ilhas), procurando-se explorar a grande diversidade existente. De seguida, serão identificadas as principais ameaças à floresta, e avaliado o contributo de cada uma para explicar o estado atual da floresta portuguesa. Como o planeamento da floresta do futuro implica decisões no presente, serão ainda explorados os impactes potenciais de algumas ameaças no futuro, como é o caso das mudanças climáticas previstas.

Albano Figueiredo

By | Reunião Regional 2019
 

Albano Figueiredo;
Doutorado em Geografia Física pela Universidade de Coimbra, é atualmente Professor Auxiliar no Departamento de Geografia e Turismo da Faculdade de Letras da mesma universidade. É Investigador Integrado no Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) e investigador colaborador no Grupo de Botânica da Madeira.

Tem desenvolvido investigação no âmbito da Biogeografia, tendo dedicado especial atenção ao estudo da resposta da vegetação a diferentes tipos de perturbação, nomeadamente a resposta das florestas ao abandono das atividades primárias, os impactes potenciais das mudanças climáticas nas florestas ou os impactes associados à invasão por espécies exóticas invasoras em áreas florestais.

Como investigador participou em diversos projetos, onde participou como especialista na área das florestas e biodiversidade, como a elaboração do Plano de Adaptação às Alterações Climáticas para a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, assumindo papel de coordenador para as áreas da Agricultura, Florestas e Biodiversidade; participou em projeto internacional dedicado ao estudo das florestas em parques naturais nas ilhas da Macaronésia (Historical dynamics of laurel forests within natural reserves. Comparative analysi); integrou o grupo de especialistas que elaborou o Estudo de Avaliação do Risco de Aluvião na Ilha da Madeira; e participou no projeto dedicado ao estudo das Alterações no uso do solo no interior Norte e Centro de Portugal.

Publicou diversos trabalhos científicos (livros, capítulos de livro, artigos) onde a floresta se assume como o tema central.