Queres Levar a Tua Turma ao Oceanário? | Trabalhos 2025-26

Bilhetes para o Oceanário de Lisboa

Escola EB 2,3 Visconde de Juromenha (Sintra)

N.º de bilhetes de aluno necessários (máx. 100):
100

N.º de bilhetes de professor(a)/adulto(a) necessários:
10

Data prevista para a visita ao Oceanário de Lisboa:
21/05/2026

Memória descritiva:
A Foca-monge-do-Mediterrâneo é um mamífero marinho e é uma das espécies de focas mais raras do mundo. O seu nome científico é Monachus monachus. Esta espécie vive principalmente em zonas costeiras do Mediterrâneo e do Atlântico oriental, incluindo algumas áreas de Portugal, especialmente no arquipélago da Madeira, da qual é espécie autóctone.
A destruição do seu habitat natural e a captura acidental em redes de pesca, contribuíram para a diminuição da sua população. As alterações climáticas e a escassez de alimento também dificultam a sobrevivência desta espécie.
As principais ameaças a esta espécie incluem: a destruição e perda de habitat, devido ao desenvolvimento antropogénico nas zonas costeiras, turismo e atividades náuticas; a degradação das praias onde as progenitoras têm as suas crias; a captura propositada por alguns pescadores que consideram a espécie como uma praga que danifica as artes de pesca e compete pelo pescado; a captura acidental/emaranhamento em redes de pesca e também a diminuição da disponibilidade de alimento devido à pesca excessiva.
Para evitar que a situação continue a piorar, é importante proteger as áreas onde estas focas vivem, criar reservas marinhas e reduzir a poluição dos oceanos. Também é fundamental sensibilizar as pessoas para a importância da conservação da natureza e promover práticas de pesca sustentáveis. A colaboração entre governos, cientistas e cidadãos pode ajudar a garantir a sobrevivência desta espécie para as próximas gerações.
A realização deste trabalho dividiu-se em duas etapas. Foram criados grupos de trabalho e, numa fase inicial, os alunos selecionaram a espécie ameaçada que gostariam de estudar, investigaram as razões da sua extinção e de que forma se pode tentar evitar a mesma.
Após esta pesquisa teórica, os alunos procederam ao desenho da ilustração do animal escolhido, tendo utilizado para colorir uma técnica à sua escolha.
O desenho selecionado para o concurso foi realizado com lápis de grafite. O corpo do animal foi modelado a lápis de cor aguarela através da mistura de diversos tons.
A envolvente e o fundo do trabalho foram coloridos com pastel de óleo.
O resultado final contrasta a leveza e doçura do animal com o fundo de cor mais escura, representando a carga simbólica da ameaça de extinção que paira sobre o mesmo.

Fotografias da ilustração: