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Frederico Lopes Frederico Lopes é doutorado em Motricidade Humana, pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. É professor de Desenvolvimento Motor na Faculdade de Motricidade Humana e investigador nas áreas do Jogo e Desenvolvimento Infantil, Psicologia Ambiental e Sociologia de Infância. Desempenha também funções de consultor e dinamizador de oficinas participativas para a criação de espaços de jogo e de recreio. É professor convidado pelo ISPA na lecionação de Ludicidade e Cultura em Educação, no âmbito do Mestrado em Educação do Pré-Escolar. É cofundador, vogal da Direção e Brinconauta do “1,2,3, Macaquinho do Xinês”, uma associação sem fins lucrativos, cuja missão é a defesa e a promoção de espaços e oportunidades para as crianças brincarem livremente nos diferentes contextos do seu quotidiano. Enquanto membro desta associação, faz parte do Brincapé, um consórcio formado com a APSI, que tem vindo a realizar intervenções em diferentes bairros e zonas históricas da cidade Lisboa, com o objectivo de criar novas oportunidades para as crianças brincarem na rua e ocuparem com mais autonomia o espaço público . É membro fundador do rede portuguesa da International Play Association (IPA Portugal) e representante português na International Play Association (IPA). Reside em Lisboa com a sua esposa e duas filhas e é um ativista na sua comunidade e bairro, na promoção de práticas diárias de incentivo à autonomia, mobilidade ativa e apropriação do espaço público, por parte de crianças e de suas famílias. Gosta de passar tempo em família e com amigos, usufruir dos espaços verdes, e de escrever canções, cantar e tocar guitarra. |
Pretende-se nesta oficina capacitar professores e agentes educativos para a sensibilização sobre o uso eficiente dos recursos energéticos, promovendo a motivação dos formandos para a realização de projetos e atividades relacionados com esta temática. Será abordada a Energia Sustentável desde uma perspetiva que abranja vários aspetos deste tema, como a sua relação com as alterações climáticas, o seu uso de forma racional e formas de produção de energia renováveis. Para tal, pretende-se transmitir bases e conceitos teóricos, introduzir dinâmicas e sugerir alguns exemplos práticos, ferramentas e recursos pedagógicos úteis para trabalhar o tema em atividades no contexto da educação formal e não formal.
Workshop por Maria João Rodrigues & Diana Henriques
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Diana Henriques Licenciada em Engenharia do Ambiente na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, completou o Mestrado em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL. Colaborou com a empresa Ydreams e no ramo da investigação com o Grupo de Análises e Sistemas Ambientais (FCT-UNL), o Instituto Geográfico Português, estagiando também na Vrije Universiteit e na empresa Geodan (Holanda) e tendo trabalhado com o GEOTA. Desde 2010 foi gestora de projetos na área de Educação para o Desenvolvimento Sustentável, Biodiversidade e Economia Circular, sendo atualmente coordenadora de Educação e Formação da Lisboa E-Nova. Coordena Projetos como o Escola + Eficiente (Promoção de Eficiência Energética em Escolas de 1º CEB), Coopetir no Bairro da Boavista, Aquametragem e CEMOWAS2 – Gestão circular ecossistémica dos serviços de resíduos orgânicos e águas residuais. |
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Maria João Rodrigues Maria obteve pelo Instituto Superior Técnico os graus de Licenciada em Engenharia Mecânica (ramo de Termodinâmica Aplicada); Mestre em Engenharia e Gestão de Tecnologia; e Doutora em Engenharia e Gestão Industrial (com estadia no Department of Public Policy de Carnegie Mellon University). Detendo uma carreira diversificada na área das energias renováveis e eficiência energética, em âmbito e em funções, foi colaboradora da Agência de Inovação, da IrRadiare, da De Viris e da WIN ENERGY; Presidente da APISOLAR, Associação Portuguesa da Indústria Solar e consultora externa da ADENE, Agência de Energia de Portugal. Foi fundadora das empresas wee-solutions e green egg. Atualmente é Diretora Técnica e Financeira da Lisboa -Nova e membro do Conselho Científico do Centre for Innovation, Technology and Policy Research, do Instituto Superior Técnico. |
Tendo como base a parceria entre a ABAE e a SPEA, no desafio do concurso: “Aves na minha escola”, que pretende sensibilizar para a importância das espécies de avifauna na manutenção da biodiversidade em meio urbano e no equilíbrio dos ecossistemas, serão construídos comedouros e bebedouros para aves. A manutenção, o tipo de alimento, bem como o registo de observação serão abordados, de modo a facilitar a implementação deste projeto nas escolas.
Workshop por Teresa Oliveira
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Teresa Oliveira Licenciada em Biologia-Recursos Faunísticos e Ambiente pela FCUL e mestre em Gestão de Recursos Naturais, pelo ISA. Desde 1996, é professora de Biologia-Geologia e atualmente está destacada na SPEA a apoiar o trabalho desenvolvido pelos vários departamentos, na componente de sensibilização/educação ambiental. |
Afinal o que são ervas daninhas? São ervas que ainda não descobrimos para que servem.
Muitas dessas plantas são medicinais, outras são comestíveis e TODAS tem um papel fundamental na vida dos insetos polinizadores, atraem abelhas, borboletas, joaninhas e muitos outros auxiliares das nossas hortas. Vamos todos juntos mudar o paradigma das “infestantes” em meio urbano e rural. Lisboa já começou a deixar crescer ervas na cidade. Para que os munícipes não vejam esta importante atitude ecológica como desleixo é urgente que se realize paralelamente uma campanha de esclarecimento junto dos mesmos.
Neste workshop iremos conhecer algumas dessas plantas e o papel que desempenham na nossa saúde, na saúde das nossas hortas e no futuro do planeta.
Workshop por Fernanda Botelho
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Maria Margarida de Carvalho Gomes | ABAE Licenciatura em Geografia, pela Faculdade de Letras da Universidade; Clássica de Lisboa em 1983. Diploma de Estudos Avançados em Território, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável- Faculdade de Ciência e Tecnologia. Universidade Nova de Lisboa. 2008. Certificada como formadora, pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua e pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional. Profissionalizada em exercício no Ensino Oficial. Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação. Ministério da Educação em 1989. Exerceu funções docentes no ensino secundário entre 1982 e 2000, tendo dinamizado na escola diversos projetos e núcleos de ambiente. Durante esse período foi também autora de Programas e de Livros Didáticos para o ensino secundário. Exerceu funções na Agência Portuguesa de Ambiente- Departamento de Promoção e Cidadania Ambiental em 2011. Desde 2000 que coordena programas de educação ambiental para a sustentabilidade na Associação Bandeira Azul da Europa, dirigidos a diversos públicos alvo: Eco-Escolas; Jovens Repórteres para o Ambiente; ECOXXI (projeto de que é autora). Premiada com o projeto “ECO-Freguesias XXI” no Concurso Ideias Verdes 2009 do Jornal Expresso. Premiada no Terres de Femmes 2013.
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